Neste momento luto com todas as minhas forças pela minha recuperação. Ter os meus filhos doentes há duas semanas facilitou-me a vida num aspecto: o de me centrar neles e não em mim. Por outro lado ter um filho adoentado há duas semanas também não me traz a tranquilidade de que tanto preciso para me restabelecer. Por um lado uma quase certeza que de que se trata de uma virose comum nestas idades, por outro a angustia de os ver melhorar muito lentamente. Para a semana começarei uma grande provação, estarei sozinha em casa todo o dia, e aí sim, terei de ir buscar toda a minha força para me controlar.
Tenho feito algum trabalho de relaxamento mental e corporal, uma oração diária e duas sessões semanais de acupuntura.
Tenho andado a ler muito sobre padrões de pensamento que nos conduzem às doenças que adquirimos. Comecei a fazer um trabalho de afirmações pessoais, no sentido de modificar antigos padrões que me têm prejudicado bastante. A mensagem principal que agora tento passar a mim mesma diariamente, sempre que me lembro, consiste na minha auto-aceitação. Aprender a amar-me.
Por vezes quando penso no caminho que tenho de percorrer assusto-me, mas depois lembro-me de que este caminho é necessário para a minha recuperação e de que irei conseguir ficar bem. E a primeira das coisas que tenho de eliminar na minha vida, é o medo.
Preciso ser suave comigo e confiar no que a vida tem para me oferecer.
