terça-feira, 26 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Recondução (II)
Voltamos ao ponto de partida (e eu sabia que era demasiado bom para ser verdade). Depois de alguma dose de maldade por parte de alguém, voltamos a estar em risco ( eu e duas colegas) de não termos lugar na escola onde trabalhamos.
Ontem chorei, fiquei uma pilha de nervos até saber que ficava. Hoje, na iminência de sair, relativizo a situação e deixo tudo nas mãos de Deus. Ele sabe o que faz.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Recondução
E foi hoje que ficámos a saber que todas nós (as 7 colegas contratadas) continuamos na mesma escola no próximo ano lectivo.
Foi-me atribuída uma turma de 1º ano, exactamente o que eu queria.
Por isso, hoje é dia de celebrar!!!
Foi-me atribuída uma turma de 1º ano, exactamente o que eu queria.
Por isso, hoje é dia de celebrar!!!
3ª sessão de Reiki
Desta vez adormeci totalmente. Nada de mãos dormentes, nada de efeitos secundários. O tratamento começa a fazer efeito e eu só penso que isto foi uma das melhores coisas que me aconteceram nos últimos tempos.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
8 anos
Faz hoje 8 anos que a minha irmã despachava uma gravidez de termo, em apenas 3 horas, sem epidural. Só conheci o nosso primeiro tesouro no dia seguinte, mas faz hoje 8 anos que nos tornámos uma família maior e mais feliz. Parabéns Amor.
domingo, 17 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
Parabéns mana
Os dias de aniversário da minha mana e da minha sobrinha são sempre dias um pouco dolorosos, por estarem tão longe de mim. Vivo com a esperança, de um dia, voltarmos a viver perto.
(Miss you so much...)
(Miss you so much...)
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Do reiki
Segunda sessão de reiki. E eu não sou a mesma pessoa. Sinto-me tão normal, tão comum, que até custa a acreditar que esta seja a minha realidade. Nada de pânicos, apenas uma cabeça leve, um pensamento claro, lógico, estruturado. Uma soneira ao fim do dia, um cansaço saudável, em vez daquele estado de alerta constante que não me deixava relaxar, que me trazia doente e já com uma quase certeza de que nunca mais voltaria a ser uma pessoa normal.
Sinto-me tão bem, tão eu, que não quero parar as sessões. Embora ela me tenha dito que preciso apenas de 4 sessões e que depois dos 21 dias eu serei a minha melhor "cura".
Esperei muito tempo por uma mão que me levantasse do chão e finalmente encontrei-a.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Reiki
Depois de 6 dias seguidos a ataques de pânico (situação em que já não me encontrava há vários anos) decidi procurar ajuda nas terâpias alternativas. Fui à procura da acupunctura, mas por apenas encontrar consultas a preços exorbitantes, calhou deixar-me ir pelo Reiki. Porque já tenho algum conhecimento sobre o assunto, porque tenho os canais desbloqueados e estou prontinha a fazer os 21 dias da auto-cura, decidi fazer uma sessão.
Se disser que não pareço a mesma pessoa... Saí de lá leve, com muita vontade de sorrir, com uma força interior enorme, cheia de boa energia, parecia que tinha recarregado a minha bateria e quando me olhei ao espelho a minha pele estava luminosa e eu estava bonita, sem aquele ar pesadão e bacilento.
Acreditem se quiserem. Sexta-feira volto lá. (Durante o tratamento relaxei profundamente, adormeci, as mãos ficaram totalemnte dormentes e no fim as minhas pernas estavam cansadas como se tivesse caminhado quilómetros, os intestinos não paravam de trabalhar e a bexiga estava prontinha a esvaziar). Sinto-me bem, como não me sentia há muito tempo.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Dias menos bons
Mais uma etapa que está a chegar ao fim. E desta vez quer-me parecer que é mesmo o fim de um ciclo. Inscrevi o meu filho no JI da escola onde trabalho actualmente por pensar que ali continuaria no próximo ano lectivo. Agora que é quase certo que não tenho forma de continuar apresenta-se-me a hipótese de uma vaga quase certa para o meu filho. Tenho pena de não continuar ali, por gostar das colegas, por já conhecer o ritmo de trabalho do agrupamento e principalmente porque iria ficar no mesmo sítio que o meu filho. Ao não ficar ali irei ter um trabalho acrescido para o ir levar (provavelmente cedíssimo) porque aquela escola não fica a caminho de nada.
O balanço deste ano acabou por ser positivo. Apesar do cansaço, do desgaste e do trabalho que de ano para ano quadriplica.
Entrei em colapso com a quantidade de trabalho que nos exigiram (e não só, pois claro). Foi ontem que tive mais uma série de ataques de pânico. 3 em menos de duas horas. Foi o reviver de momentos traumatizantes, principalmente por me encontrar fora do meu meio. Por ter de ligar para casa para me irem buscar (uma humilhação, uma derrota, uma frustração, uma tristeza sem fim). Chorei muito, estive a chás, depois a copos de água com açucar e por fim qundo já nada mais havia a fazer lá me encharcaram em calmantes. Uma vergonha. Uma derrota. Porque eu já passei por tudo isto e já deveria conseguir controlar-me. Falhei. Mais uma vez. E quando digo em cima que é o fim de um ciclo, talvez seja é mais do mesmo. Um ciclo sem fim. Sei bem o que está mal. Sei muito bem o que tenho de mudar. Só não sei como. Para mim a vida é muito difícil. E tenho andado de cabeça baixa e com poucas forças para me defender. A vida para mim tem sido uma luta constante, um sofrimento muito grande. E não são poucas as vezes que desejo acabar com este sofrimento. Não são nada poucas as vezes que me esforço por encontrar todos os motivos e mais alguns para aqui andar, para que nunca caia na tentação daquilo que considero ser o maior crime de todos. Há dias menos bons, bem sei. Mas os meus são bons tão poucas vezes...
quarta-feira, 6 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
...
Tenho andado nervosa. Não sei lidar com a pressão. Hoje passei o dia todo a tremer e pensava que me ia dar o badagaio a qualquer momento. Em vez disso tive uma grávida desmaiada nos meus braços e só pensava para comigo fixe, quase nem posso comigo e tenho de estar a segurar uma mulher mais pesadona que eu. Várias pessoas dentro da sala, e alguns homens, (e eu porque era a professora devia estar com cara de autoridade ou algo de género porque) ninguém levantou o rabo da cadeira para ajudar a senhora. Eu dei-lhe água à boca, pus-lhe açúcar debaixo da língua, segurei-a nos meus braços e juro que se a mulher demorasse mais uns segundos a abrir os olhos eu deixava-a cair, porque se me estava a escapar dos braços.
Eu tenho andado nervosa. E não consigo controlar-me. Tremo, choro, sinto-me desesperada e extremamente esgotada. Tenho ajuda em casa. Apoio emocional, atenção, e uma mãe querida que me vai passando alguma roupa a ferro às 2ªs feiras, quando me fica com o Gustavinho em casa.
Eu tenho muita sorte na vida. Eu tenho muita coisa boa na minha vida e muita gente querida no meu caminho e dou muito valor a tudo isso. Agradeço muitas vezes o que tenho e peço perdão pelas coisas horríveis que às vezes me passam pela cabeça. Tenho muita dificuldade em aceitar-me, e isso tem sido uma batalha muito grande. E não adianta dizerem-me certas coisas porque o problema que eu tenho não está à vista, está dentro da minha cabeça. E ninguém imagina a luta que eu travo diariamente para modificar as coisas que não funcionam. Basicamente, vivo com um sentimento de frustração, de falha constante. De tentar e não ser capaz, tentar e não conseguir, tentar, fracassar e desistir, frustrada, cada dia que passa com mais certezas acerca da minha incapacidade.
Eu batalho, não fico parada. E sei que preciso da ajuda de um profissional. Mas às vezes tenho estes dias mais difíceis, que aparecem nestas fases mais cansativas.
Eu tenho andado nervosa. E não consigo controlar-me. Tremo, choro, sinto-me desesperada e extremamente esgotada. Tenho ajuda em casa. Apoio emocional, atenção, e uma mãe querida que me vai passando alguma roupa a ferro às 2ªs feiras, quando me fica com o Gustavinho em casa.
Eu tenho muita sorte na vida. Eu tenho muita coisa boa na minha vida e muita gente querida no meu caminho e dou muito valor a tudo isso. Agradeço muitas vezes o que tenho e peço perdão pelas coisas horríveis que às vezes me passam pela cabeça. Tenho muita dificuldade em aceitar-me, e isso tem sido uma batalha muito grande. E não adianta dizerem-me certas coisas porque o problema que eu tenho não está à vista, está dentro da minha cabeça. E ninguém imagina a luta que eu travo diariamente para modificar as coisas que não funcionam. Basicamente, vivo com um sentimento de frustração, de falha constante. De tentar e não ser capaz, tentar e não conseguir, tentar, fracassar e desistir, frustrada, cada dia que passa com mais certezas acerca da minha incapacidade.
Eu batalho, não fico parada. E sei que preciso da ajuda de um profissional. Mas às vezes tenho estes dias mais difíceis, que aparecem nestas fases mais cansativas.
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