Não me lembro de ter chorado tanto a ver um filme (talvez com o dancer in the dark) como chorei com este. E não o considerei um filme bestial, nem nada por aí além, mas o que é certo é que chorei muito. Chorei com a história de amor difícil, chorei com o que era dito nas cartas (a forma como era dito) e chorei muito com a declaração de amor do filho pelo pai no hospital.
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