Apercebo-me da minha pouco autonomia, da minha dependência dos que me rodeiam, quando fico sozinha e entro em pânico. Comi bolachas como se não houvesse amanhã, bebi duas canecas gigantes de chá calmante e chorei silenciosamente, com o meu filho nos braços, na certeza de não ser capaz de cuidar dele. O ataque de pânico passou, no entanto consciencializo-me que tenho mesmo de fazer terapia para ultrapassar de uma vez por todas estes medos que me incapacitam temporariamente.
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